segunda-feira, julho 31, 2006
Bom como antes
Vou guardar meus absurdos pra depois
já enterrei em segredo lápis, papel, saudade...
cobri as ruas de pétalas azuis,
mandei fechar o mercado.
quero correr livre e solta... sozinha
deixar o vento levar meus pensamentos
mágoas e aquele instante que não houve
quero chegar noutro mundo
revelar desejos
sentir teu sabor com gota de orvalho
tudo junto
melhor do que antes
bom como sempre
já enterrei em segredo lápis, papel, saudade...
cobri as ruas de pétalas azuis,
mandei fechar o mercado.
quero correr livre e solta... sozinha
deixar o vento levar meus pensamentos
mágoas e aquele instante que não houve
quero chegar noutro mundo
revelar desejos
sentir teu sabor com gota de orvalho
tudo junto
melhor do que antes
bom como sempre
quarta-feira, julho 19, 2006
Você pra mim...
É como fim de tarde na praia...
vento no rosto
liberdade
desejo de ser tudo
água,
mar,
paisagem...
Você pra mim, é assim
simples como recordação de infância
vento no rosto
liberdade
desejo de ser tudo
água,
mar,
paisagem...
Você pra mim, é assim
simples como recordação de infância
Você pra mim...
É como fim de tarde na praia...
vento no rosto
liberdade
desejo de ser tudo
água,
mar,
paisagem...
Você pra mim, é assim
simples como recordação de infância
vento no rosto
liberdade
desejo de ser tudo
água,
mar,
paisagem...
Você pra mim, é assim
simples como recordação de infância
Você pra mim...
É como fim de tarde na praia...
vento no rosto
liberdade
desejo de ser tudo
água,
mar,
paisagem...
Você pra mim, é assim
simples como recordação de infância
vento no rosto
liberdade
desejo de ser tudo
água,
mar,
paisagem...
Você pra mim, é assim
simples como recordação de infância
sexta-feira, julho 14, 2006
Posso tentar?
Quem não compreende um olhar
tampouco compreenderá
uma longa explicação...
- Mário Quintana
tampouco compreenderá
uma longa explicação...
- Mário Quintana
Assim
Não é saudade, porque para mim a vida é dinâmica
e nunca lamento o que se perdeu - mas é sem dúvida
uma sensação muito clara de que a vida escorre talvez
rápida demais e, a cada momento, tudo se perde...
quinta-feira, julho 13, 2006
Juro que gosto
Acordar sem ninguém chamar ou fazer barulho ou então acordar com um cheiro no cangote, um beijo quente.... Isso sim é coisa que torna a vida mais doce... Juro que gosto de ouvir Cold Play com amigos, tomar um chopp de vinho nas noites quentes e dizer o que penso sem me importar com comentários. Sabe aquela coisa de estar perto de quem nos faz sentir ser imortais e aqui não poderia deixar de citar o Dudu e o Everaldinho. Grandes parceiros de dor e alegria. Que saudade... E as loucuras de amor? aquelas de dormir escondido na casa dos pais, de viajar e amar ao luar, de alimentar na boca o desejo de ser só dele... de ser especial, imortal...
Acho que preciso de um paraágrafo para a pausa... para a pausa da vida, dessa loucura que é o centro e a agonia de tantas manhãs, de não saber o que vai ser e se vai ser como a gente quer, deseja, sonha... Esse lance de ter que conviver com pessoas vazias, bobocas e tão cheias de si, que não tem espaço para mais nada.
Juro que gosto da chuva no rosto, do vento embaralhando meus cabelos e pensamentos, do sorriso ao acaso, daquele olhar inesquecível do moço desconhecido, das mãos dos meus filhos no meu rosto, daquele telefonema na madrugada, do frio da noite, das estrelas na minha janela...
E como viver sem os sorrisos alheios, aqueles que melhoram aquele péssimo dia que vivemos uma ou mais vezes no mês? , sem os conselhos de mãe, sem as lembranças de infância, sem a loucura dos instantes em que deixamos de ser tudo para ser somente nossa essencia, nossa poesia?...
Acho que preciso de um paraágrafo para a pausa... para a pausa da vida, dessa loucura que é o centro e a agonia de tantas manhãs, de não saber o que vai ser e se vai ser como a gente quer, deseja, sonha... Esse lance de ter que conviver com pessoas vazias, bobocas e tão cheias de si, que não tem espaço para mais nada.
Juro que gosto da chuva no rosto, do vento embaralhando meus cabelos e pensamentos, do sorriso ao acaso, daquele olhar inesquecível do moço desconhecido, das mãos dos meus filhos no meu rosto, daquele telefonema na madrugada, do frio da noite, das estrelas na minha janela...
E como viver sem os sorrisos alheios, aqueles que melhoram aquele péssimo dia que vivemos uma ou mais vezes no mês? , sem os conselhos de mãe, sem as lembranças de infância, sem a loucura dos instantes em que deixamos de ser tudo para ser somente nossa essencia, nossa poesia?...
sexta-feira, julho 07, 2006
Ou eu não gosto ou gosto muito
Pq será que mulher é sempre assim: ou não gosta ou gosta muito?. Esse talvez seja o grande lance que leva os homens a se acharem superiores às mulheres. Taí essa inveja eu tenho: ser meio termo. Levar as coisas na esportiva, não ligar muito pra aquele sorriso diferente, aquele olhar... Esquecer beijos divinos, beijar só por beijar... Ser uma mulher de grandes paixões não é fácil, vou logo avisando!
Assinar:
Comentários (Atom)
