segunda-feira, julho 28, 2008

Perdão

E era assim quente os teus lábios na minha pele
E aquele arrepio me percorrendo até a alma
vontade de devorar-te assim em desejos
tão proibídos, tão sonhados, tão reais...
Tua língua na minha nuca,
segredos impublicáveis...
tuas mãos nos meios seios
teu corpo ardendo em mim
como brasa...
delírios e loucura!

De repente a calma
sono, quietude, perdão
almas e corpos em
libido,
gozo,
satisfação!
Você, de novo
assim menino, indefeso
querendo proteção
Eu assim, criança levada
cabeça em confusão.

Querendo te ter sempre
mesmo que só na imaginação.

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