sábado, maio 05, 2007

Distância

O teu silêncio me fere
como a chuva os campos áridos.
tua fragilidade me ofende
como ao observar crianças com fome, com medo...
tua covardia é para mim
um grito desesperado...
Já não sei se amo, se odeio, se me vingo...
quero apenas encontrar as palavras
que possam te tocar
como a lua, em clara poça dágua,.
dá-lhe o brilho...

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