sinto saudades suas,
mas não sei se um dia vou vivê-las...
a boca seca,
a sede infinita,
o arrepio na alma.
aquele gosto que quase esqueci,
o sorriso malicioso,
o beijo roubado,
o não dado...
tudo me fere como punhal
e até as tuas lembranças doces me são amargas
marcadas pelo impossível
pelo frio cortante do impossível
esse quase predicado da morte
que emudece meu desejo,
me seca por dentro
me transforma em nada...
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